"O mal de quase todos nós, é que preferimos ser arruinados pelo elogio, a sermos salvos pela crítica." (Norman Vincent)
terça-feira, 30 de novembro de 2010
A travessura do Quico...
Hoje estou verdadeiramente irritado, com o Quico!
E agora perguntam vocês:
- "E quem raio é o Quico?"
O Quico, meus senhores e minhas senhoras é este periquito que aqui podem ver e que me começa a pôr os cabelos-em-pé e já irão ver porquê. Só faz travessuras! A última que fez, foi esta manhã quando veio fazer do meu teclado, a sua casa-de-banho, mais propriamente, a sua sanita.
Estava capaz de o matar, depenar e fazer uma canja com ele, mas pronto, lá me acalmei. Rezei a S. Luís (protector dos animais), e pedi-lhe que me desse paciência e também uma boa dose de clemência.
Já fiz as pazes com ele. Tivemos uma conversinha-de-pé-de-orelha e prometeu-me que iria ser mais cuidadoso e não voltar a fazê-lo. Mas eu para prevenir, irei de futuro, colocar durante a minha ausência, uma protecção no dito teclado. Isto é o que dá ter Periquitos à solta pela casa. Ele até que é asseadinho e como fez questão de dizer: "Um descuido, qualquer um tem". Não tive como argumentar, vendo as coisas por esse prisma, tive que lhe dar razão... Inteligente, o magano do Quico, soube bem dar a volta aqui, ao Alentejano!
Ah! A quem interessar, informo que, o teclado funciona, senão não estaria neste momento a escrever a estória.
Alentejano - Professor
O Alentejano foi dar uma aula, ou tentar dar.
Ser professor nunca foi a sua vocação, mas o certo é, que chegou a estar na lista das profissões de eleição, assim como a de sniper e de operador de guindaste.
Não parece, mas dar aulas é uma grande trabalheira. Coisa que o Alentejano já sabia de sobejo, mas quis tentar.
Pensou lá com os seus botões:
- Ó homem, é trabalhoso mas deve ser divertido!
Achou ele, que ia partilhar os seus válidos e absolutos conhecimentos porque vivia este tempo em pleno.Ora cedo constatou, que estava a fazer a mesma figura anacrónica que os seus professores tinham feito, dado que:
- Os putos deste tempo sempre tiveram computador. Sempre tiveram internet! Sempre tiveram impressoras. Quando ele (o Alentejano), só teve acesso à internet estava já com 21 anos!Foi nessa altura que o Alentejano, pobre fóssil, deu por ele a falar "do-tempo-em-que-fazíamos-tudo-à-mão". Chegou mesmo a começar uma frase com "no meu tempo...". Aí e já em desespero gritou:
- Por favor, quem me dá um tiro!!!
Bic laranja da escrita fina, Bic cristal da escrita normal...
E não é que de repente me deu para a nostalgia... :/
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
E um dia, Deus criou a Mulher
Perante isto pergunto:
- Como pode a origem da mulher, ser a costela d'um homem?
Esta é pois, uma das minhas dúvidas existênciais! :)
"Ontem adquiri um livro que desejava ler há anos. Trata-se da justificação patrocinada por Pombal, numa extensão de 522 páginas, da reforma com que tornou a Universidade de Coimbra dócil, quando expulsou os Jesuítas que dominavam a Docência. É de um evidente e indescritível facciosismo, que, sendo visto à luz dos nossos dias, julgar-se-ia ingénuo, caso não tivesse servido para fundar arbitrariedade.
No afã de contrariar a Linha Aristotélica até aí predominante, chega a acusar ipsis verbis de monstruosidades os princípios filosóficos a abater e a atribuir-lhes fins conspirativos.
Mas terá sido o tom tão sarrafeiro que levou ressabiados contra os Homens de Santo Inácio, como esse Latino Coelho precursor de propagandas malignas, a chamarem-lhe livro famoso, benemérito da civilização pátria.
Não consegui deixar de confrontar a tentativa de instrumentalizar a aquiescência dos súbditos contra os Veiculadores do Ensino, com a que nos nossos dias, embora com pressupostos diversos, tentam quebrar a espinha à classe professoral, tornada bode expiatório da incapacidade governamental de pôr de pé programas e estruturas à altura das necessidades do País."
[Paulo Cunha Porto]
Dez. 2008
SC Beira-Mar 1-3 SL Benfica
Alentejano e Benfiquista!
Eu sei, eu sei, nem sempre nos dão alegrias destas, mas depois enchem-nos a barriga, não é Luís? ;)
Golos pelo Benfica:
- 1º aos 45' por Cardozo; 2º aos 59' novamente Cardozo; 3º aos 66' por Saviola após uma assistência de Cardozo, que ontem esteve em grande. Pode ser um pastelão como muitos lhe chamam mas a verdade é que tocou 3, 4 vezes na bola marcou 2 golos e deu 1 a marcar, a figura do jogo!
Eu sei, eu sei, nem sempre nos dão alegrias destas, mas depois enchem-nos a barriga, não é Luís? ;)
Golos pelo Benfica:
- 1º aos 45' por Cardozo; 2º aos 59' novamente Cardozo; 3º aos 66' por Saviola após uma assistência de Cardozo, que ontem esteve em grande. Pode ser um pastelão como muitos lhe chamam mas a verdade é que tocou 3, 4 vezes na bola marcou 2 golos e deu 1 a marcar, a figura do jogo!
A que raça pertence um alentejano?
É, assim, a modos que atravessado.
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho.... E também não é bem judeu, nem bem cigano. Como é que hei-de explicar? É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão.
- Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho.... E também não é bem judeu, nem bem cigano. Como é que hei-de explicar? É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão.
- Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
- dos pretos, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
- dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas;
- dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
- dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
- dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós;
- dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto;
- e dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.
O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada. Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças. Não é fácil fazer um alentejano.
O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada. Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças. Não é fácil fazer um alentejano.
Por isso, há tão poucos.
É certo que os judeus são o povo eleito de Deus. Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus: nunca foram eleitos por ninguém, o que é o melhor certificado da sua qualidade. Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa? Até o próprio Milton Friedman reconhece isso quando afirma que «as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar».
E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano? Era um descanso...
Mello-Alter
Its a new dawn...
It´s a new day...
It´s a new life....
It´s a new life....
...And I ´m feeling good! :)
Lyrics:
Birds flying high, you know how I feel
Sun in the sky, you know how I feel
Reeds drifting on by, you know how I feel
It's a new dawn, it's a new day, it's a new life for me
And I'm feeling good
Fish in the sea, you know how I feel
River running free, you know how I feel
Blossom in the trees, you know how I feel
It's a new dawn, it's a new day, it's a new life for me
And I'm feeling good
Dragonflies all out in the sun
You know what I mean, don't you know
Butterflies are all having fun
You know what I mean
Sleep in peace
When the day is done
And this old world is new world and a bold world for me
Stars when you shine, you know how I feel
Scent of the pine, you know how I feel
Yeah, freedom is mine
And you know how I feel
It's a new dawn, it's a new day, it's a new life for me
Freeer than you
Feeling good
Weakness
O Alentejano, não ouve só cantares alentejanos! ;)
Found you there in the blink of an eye
I miss you
Turned away into a thousand dreams
You've found out what they mean
Lost you there in a moment of truth
I trust you
Gave away your one and only heart
A gift to tear apart
Stain me, save me
Take me to my home
Hold me, show me
Take me to my home
Weaker now, drawing fluid from me
You kill me
I'm not afraid of what you have just done
But of what you've just become
Opeth
Found you there in the blink of an eye
I miss you
Turned away into a thousand dreams
You've found out what they mean
Lost you there in a moment of truth
I trust you
Gave away your one and only heart
A gift to tear apart
Stain me, save me
Take me to my home
Hold me, show me
Take me to my home
Weaker now, drawing fluid from me
You kill me
I'm not afraid of what you have just done
But of what you've just become
Opeth
Devemos andar sempre bêbados
É a única solução.
Para não sentires o tremendo fardo do tempo, que te pesa sobre os ombros e te verga ao encontro da terra, deves embriagar-te sem cessar.
Com vinho, com poesia, ou com a virtude. Escolhe tu, mas embriaga-te.
E se alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre as verdes ervas de uma vala, na solidão morna do teu quarto, acordares com a embriaguez atenuada, pergunta ao vento, à onda, à estrela, à ave, ao relógio, a tudo o que se passou, a tudo o que gira, a tudo o que canta, a tudo o que fala; pergunta-lhes que horas são:
São horas de te embriagares.
Para não seres como os escravos martirizados do tempo, embriaga-te, embriaga-te sem descanso.
Com vinho, com poesia... Ou com a virtude.
Charles Baudelaire
domingo, 28 de novembro de 2010
O Cromelete dos Almendres...
É um monumento megalítico, que está situado na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, no concelho de Évora.
Este monumento é considerado o mais importante de toda a Península Ibérica, e um dos mais importantes da Europa. Essa importância é-lhe dada, tanto devido à sua dimensão, como também, devido ao seu excelente estado de conservação.
A visitar!
A rua é um palco...
Quando se fala em sem-abrigos, uma pessoa tem geralmente uma ideia, mas não sabe exactamente que sensações escolher para sentir. Se de pena, se de enfado, se….
São dois extremos que se tocam e na mesma altura, precisamente. E, por isso, não se deve querer decidir entre uma ou outra ou até pensar em mais alternativas.
Pensar e trabalhar num universo como este, é tanto mais sedutor, do que embrenharmo-nos num mundo brilhante e sumptuoso onde as facilidades acontecem, numa rotação ainda mais acelerada e estonteante.
A vida na rua corre sem pressas, sem expectativas. É um palco por excelência, mas não o nosso. Nosso, de quem lê este texto num computador, entre paredes que estão a ser pagas a um banco por 30 anos de uma vida ou não.
A rua é um palco, uma espécie de parateatro. Um teatro paralelo àquele que se paga para ver uma quantidade de gente a actuar em cena, sincronizadamente. Gente que está morta, que finge vida mas está morta. Como as flores. As flores de uma jarra que são tão bonitas mas onde a beleza provém da morte a que pertencem: porque as flores estão cortadas no pé, mortas. Vão mirrar daqui a bocadinho. E as pessoas do palco também vão para casa, quando acabar a peça de hoje. E o pano fechar-se-á. Mas a rua não tem tecido suficiente para fechar uma cortina onde caibam todos os sem-abrigo. Neste sentido, têm muito mais liberdade que os actores do palco do quotidiano.
Num palco onde não se ouvem os passos dos actores ao entrar em cena por o solo ser revestido de linóleo macio e num palco onde não se ouvem os tacões dos actores por estes não possuírem sapatos sequer.
Num palco em que se enfrenta o público com receio de se enganar na deixa, de falhar ou num palco onde se enfrentam as pessoas com o estigma de quem já falhou e que, por isso, já não têm receio de voltar a falhar, porque para eles, eles sabem que falharam.
Num palco onde uma mulher recolhe uma flor do chão e agradece e num palco onde uma criança oferece o mais querido dos peluches a um rapaz que apenas o conhece da rua, por apenas gostar do seu nome, porque sentiu empatia. Este gesto que comove o rapaz e o faz querer informar-se na Unesco de como ir fazer voluntariado para Timor ou Angola, onde julga ser mais necessário lá, que neste palco frio da rua.
Num palco onde se bate palmas à actuação virtuosa do violinista russo de nome impronunciável e um palco onde se bate o dobro das palmas a alguém que decidiu cortar o cabelo para ir a uma entrevista de emprego.
Num palco onde, no final de uma boa actuação, se recebe em dinheiro ou num palco onde num final de dia de domingo se recebe em géneros.
Enfrentar a noite com uma camisa colada à pele, num chão que, para ser o mais parecido possível com o linóleo do outro teatro, se utiliza a caixa de cartão desmembrada, esparrachada, ocupando toda entrada do multibanco da zona. Multibanco onde se levanta dinheiro para a entrada do teatro ou onde se deitam, na noite, a própria noite. A noite que arrefece o cobertor que se recebeu nesse domingo de uma carrinha desconhecida que pára onde quer que estejam esses actores de rua. Uma carrinha apadrinhada pela noite, com duendes lá dentro: mágicos.com roupas, palavras, comidas, cobertores, palavras quentes que ajudam a passar melhor essa noite de domingo.
Domingo. Talvez seja esta a única expectativa desses actores. Que chegue o domingo para mostrar o João Paulo de 11 anos de gravata e sapatos a condizer. É uma espécie de agradecimento, esta maneira de nos receberem.
Num palco onde não se sabem quem são os actores ou quem é público, cruzam-se os lugares. E há domingos onde os personagens são uma massa uniforme, homogénea que actuam, sincronizados, num teatro de conformidade e segurança comuns, debaixo das mesmas paredes, virados para as mesmas cadeiras vazias, resquícios de espectadores que se levantaram das cadeiras e decidiram actuar, também, ao mesmo tempo, no palco.
Pensar e trabalhar num universo como este, é tanto mais sedutor, do que embrenharmo-nos num mundo brilhante e sumptuoso onde as facilidades acontecem, numa rotação ainda mais acelerada e estonteante.
A vida na rua corre sem pressas, sem expectativas. É um palco por excelência, mas não o nosso. Nosso, de quem lê este texto num computador, entre paredes que estão a ser pagas a um banco por 30 anos de uma vida ou não.
A rua é um palco, uma espécie de parateatro. Um teatro paralelo àquele que se paga para ver uma quantidade de gente a actuar em cena, sincronizadamente. Gente que está morta, que finge vida mas está morta. Como as flores. As flores de uma jarra que são tão bonitas mas onde a beleza provém da morte a que pertencem: porque as flores estão cortadas no pé, mortas. Vão mirrar daqui a bocadinho. E as pessoas do palco também vão para casa, quando acabar a peça de hoje. E o pano fechar-se-á. Mas a rua não tem tecido suficiente para fechar uma cortina onde caibam todos os sem-abrigo. Neste sentido, têm muito mais liberdade que os actores do palco do quotidiano.
Num palco onde não se ouvem os passos dos actores ao entrar em cena por o solo ser revestido de linóleo macio e num palco onde não se ouvem os tacões dos actores por estes não possuírem sapatos sequer.
Num palco em que se enfrenta o público com receio de se enganar na deixa, de falhar ou num palco onde se enfrentam as pessoas com o estigma de quem já falhou e que, por isso, já não têm receio de voltar a falhar, porque para eles, eles sabem que falharam.
Num palco onde uma mulher recolhe uma flor do chão e agradece e num palco onde uma criança oferece o mais querido dos peluches a um rapaz que apenas o conhece da rua, por apenas gostar do seu nome, porque sentiu empatia. Este gesto que comove o rapaz e o faz querer informar-se na Unesco de como ir fazer voluntariado para Timor ou Angola, onde julga ser mais necessário lá, que neste palco frio da rua.
Num palco onde se bate palmas à actuação virtuosa do violinista russo de nome impronunciável e um palco onde se bate o dobro das palmas a alguém que decidiu cortar o cabelo para ir a uma entrevista de emprego.
Num palco onde, no final de uma boa actuação, se recebe em dinheiro ou num palco onde num final de dia de domingo se recebe em géneros.
Enfrentar a noite com uma camisa colada à pele, num chão que, para ser o mais parecido possível com o linóleo do outro teatro, se utiliza a caixa de cartão desmembrada, esparrachada, ocupando toda entrada do multibanco da zona. Multibanco onde se levanta dinheiro para a entrada do teatro ou onde se deitam, na noite, a própria noite. A noite que arrefece o cobertor que se recebeu nesse domingo de uma carrinha desconhecida que pára onde quer que estejam esses actores de rua. Uma carrinha apadrinhada pela noite, com duendes lá dentro: mágicos.com roupas, palavras, comidas, cobertores, palavras quentes que ajudam a passar melhor essa noite de domingo.
Domingo. Talvez seja esta a única expectativa desses actores. Que chegue o domingo para mostrar o João Paulo de 11 anos de gravata e sapatos a condizer. É uma espécie de agradecimento, esta maneira de nos receberem.
Num palco onde não se sabem quem são os actores ou quem é público, cruzam-se os lugares. E há domingos onde os personagens são uma massa uniforme, homogénea que actuam, sincronizados, num teatro de conformidade e segurança comuns, debaixo das mesmas paredes, virados para as mesmas cadeiras vazias, resquícios de espectadores que se levantaram das cadeiras e decidiram actuar, também, ao mesmo tempo, no palco.
(In Ronda dos sem abrigo)
Quadras de Sabor Popular (Alentejanices)
Mê filho é uma besta
sopa comeu cinco malgas
e quando pediu a sexta
ê dê-lhe mas foi nas nalgas!
sopa comeu cinco malgas
e quando pediu a sexta
ê dê-lhe mas foi nas nalgas!
***
Quem vê o trigo a crescer
tâ devagar, o magano,
inda é capaz de dezer
deve ser alentejano!
tâ devagar, o magano,
inda é capaz de dezer
deve ser alentejano!
***
a Bia agora guincha
mas, mais mês, menos mês,
é que a barriga incha!
Alentejanices
Se há coisa pelo qual o Alentejano é conhecido, é pelas anedotas. Daí que vos deixe aqui, para inicío de "conversa" uma anedota de alentejanos:
- O alentejano mais pobre da aldeia só tinha uma bicicleta, mas um dia, aparece no Café Central com um descapotável... Admirados, perguntam-lhe os conterrâneos:
- Atão cumpadri, onde arranjou esse carrinho?
- Nem calculam. Na estrada vi uma moça, por acaso bem jeitosa a chorar e perguntê o que é que se passa?
Atão ela disse-me:
- veja lá, um carrinho tão novo e já avariado! Atão, abri o motor, liguê dois fios e pronto! O carro estava arranjado.
Atão ela puxou-me para trás de um chaparro, despiu-se toda e disse-me:
- para pagar o trabalho que o senhor teve, faça o que quiser!
E eu fiz o que quis, meti-me no carro... e abalê com ele.
Em coro, respondem os outros:
- E fez vossemecê muito bem. De certeza que a roupa também nã lhe servia...
INAUGURAÇÃO
O Alentejano, no mundo dos blogs, grande passo no meu crescimento!
A fita já foi cortada, dou pois por inaugurado o espaço.
Gostaria no entanto de avisar os incautos visitantes...
não esperem muito disto, é que eu só estou aqui,
porque fui obrigado!
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